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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Funai tenta impedir veiculação de filme que combate infanticídio!!!

Uma voz pela vida... Hakani

O filme integra campanha de combate à prática de infanticídio entre tribos da Amazônia. Para a entidade, produção generaliza tradições de forma inadequada...

Leia a materia do Correio Brasiliense.

Conheça a História:

Hakani nasceu em 1995, filha de uma índia suruwaha. Seu nome significa sorriso e seu rosto estava sempre iluminado por um sorriso radiante e contagioso. Nos primeiros dois anos de sua vida ela não se desenvolveu como as outras crianças – não aprendeu a andar nem a falar. Seu povo percebeu e começou a pressionar seus pais para matá-la. Seus pais, incapazes de sacrificá-la, preferiram se suicidar, deixando Hakani e seus 4 irmãos órfãos.

A responsabilidade de sacrificar Hakani agora era de seu irmão mais velho. Ele levou-a até a capoeira ao redor da maloca e a enterrou, ainda viva, numa cova rasa. O choro abafado de Hakani podia ser ouvido enquanto ela estava sufocada debaixo da terra.

Em muitos casos, o choro sufocado da criança continua por horas até cair finalmente um profundo silêcio – o silêncio da morte. Mas para Hakani, esse profundo silêncio nunca chegou. Alguém ouviu seu choro, arrancou-a do túmulo, e colocou nas mãos de seu avô, que por sua vez levou-a para sua rede. Mas, como membro mais velho da família, ele sabia muito bem o que a tradição esperava dele.

O avô de Hakani tomou seu arco e flecha e apontou para ela. A flechada errou o coração, mas perfurou seu ombro. Logo em seguida, tomado por culpa e remorso, ele atentou contra a própria vida, ingerindo uma porção do venenoso timbó. Para Hakani, ainda não era a hora de cair o profundo silêncio; mais uma vez ela sobreviveu.

Hakani, tinha apenas dois anos e meio de idade e passou a viver como se fosse uma amaldiçoada. Por três anos ela sobreviveu bebendo água de chuva, cascas de árvore, folhas, insetos, a ocasionalmente algum resto de comida que seu irmão conseguia para ela. Além do abandono, ela era física e emocionalmente agredida. Com o passar do tempo Hakani foi perdendo seu sorrido radiante e toda sua expressão facial. Mesmo assim o profundo silêncio não caiu sobre ela. Finalmente foi resgatada por um de seus irmãos, que a levou até a casa de um casal de missionários que por mais de 20 anos trabalhava com povo suruwahá.

Esse casal logo percebeu que Hakani estava terrivelmente desnutrida e muito doente. Com cinco anos de idade ela pesava 7 quilos e media apenas 69 centímetros. Eles começaram a cuidar de Hakani como se ela fosse sua própria filha. Eles cuidaram dela por um tempo na floresta, mas sabiam que sem tratamento médico ela morreria. Para salvar sua vida, eles pediram ao governo permissão para levá-la para a cidade.

Em apenas seis meses recebendo amor, cuidados e tratamento médico, Hakani começou a andar e falar. Aquele sorriso radiante voltou a iluminar seu rosto. Em um ano seu peso e sua altura simplesmente dobraram. Hoje Hakani tem 12 anos, adora dançar e desenhar. Sua voz, antes abafada e quase silenciada, hoje canta bem alto – uma voz pela vida.

Assistir o video e obter mais informações

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Recordando o Avivamento da rua Azuza

Lendo o livro A HISTÓRIA DO AVIVAMENTO AZUZA, o qual foi compilado a partir do diário e dos escritos de Frank Bartleman, sendo publicado originalmente por ele em 1925, com o título "Como o Pentecostes chegou em Los Angeles".

E tal como escreveu o autor, é de chocar o movimento Pentecostal atual por mostrar que eles têm deixado seu primeiro amor, quase na mesma medida em que os metodistas se apartaram do ardor flamejante de John Wesley.
Além disso, todo cristão sério se maravilhará ao descobrir o que Deus realmente operou no início deste século e como aquela tremenda obra do Espírito foi incompreendida e rejeitada.
Finalmente, este relato comovente deverá desafiar todo o povo de Deus a buscá-lo para a consumação daqueles propósitos, para o aperfeiçoamento da igreja de Cristo, que foram avançados de forma tão poderosa naquela época.

Para que todos possam concientizar-se de que a Obra de Deus não consiste em Palavras e filosofias, nem mesmo em estudos teológicos aprofundados. Se o homem que serve a Deus, não der espaço para o espírito Santo operar em seu coração, em sua vida, de nada irá adiantar conhecer toda teologia, toda a biblia de Gênesis ao Apolcalipse. Mesmo que seja um doutor, tendo mestrado em teologia, escatologia, este será meramente um homem carnal se não deixar o Espírito Santo mover os corações.
O que vemos hoje, é um crescente desvio do primeiro amor, na igreja de hoje. Igrejas das diversas denominações evangélicas hoje existentes. Se quisera Deus poder hoje novamente promover pelo seu Espírito Santo um novo avivamento na sua igreja, será que receberemos este fato humildemente e verdadeiramente creremos que é o operar do Espírito Santo?
Hoje vemos muitos ministros olharem desconfiados para aqueles que dentro de um culto começam a manifestarem os dons do Espírito Santo, como o dom de novas línguas. A maioria das igrejas não aceitam nem concordam com o dom da profecia. Se algum grupo, pequeno que seja se reune em suas casas buscando ao Senhor, buscando uma aproximação com Deus, logo seus ministros chegam a repreender, demovendo da fé, impedindo que Deus opere livremente no meio de seu rebanho.
O que vemos hoje são homens, acostumados com o poder nas mãos, dominadores, verdadeiros mercenários que dominam o rebanho de Deus, como se fosse seu. A igreja está se calando, está ficando cada vez mais envergonhada pela operação do erro, heresias de perdição estão sendo encobertamente introduzidas nas igrejas evangélicas. O primeiro amor está para morrer.
Conclamo portanto desde agora aos que estão em constante oração a Deus, pedir sua misericórdia e buscando no Espírito Santo a santificação, e a aproximação ao trono de Sua Glória. Quando desde 1905, que Deus começou a operar o avivamento em País de Gales, extendendo este avivamento para o EUA- Los angeles- California. Onde grupos de todo o mundo vinham para lá em busca da verdadeira comunhão que ansiavam suas almas. Foi em lugares mais humildes, que Deus derramou do seu poder sobre a carne, ali foi o marco inicial para que hoje as igrejas espalhadas no mundo conhecessem o operar do Espírito Santo.
Mas a maioria das igrejas esquecem do operar de Deus, e deixam-se levarem pelo conformismo, pela liturgia denominacional. Enquanto que se lembrarmos dos acontecimentos naqueles tres anos de avivamento, sabemos que nenhuma liturgia hoje tem o livre operar do Espírito Santo. O que está faltando para que as reuniões de cultos nas igrejas sejam movidas e guiadas pelo Espírito Santo?
De quando em quando, raramente em alguns locais de cultos, o Espírito Santo se manifesta entre a igreja, fazendo um movimento através de dons de línguas estranhas, quando que aquele momento desejamos que não mais termine. Mas logo e rapidamente, tudo volta ao normal, por assim dizer. Todos se calam, o pregador, se cala, muitas vezes maravilhado ou até mesmo incrédulo com o que vê. Sem se dar conta toma a posição de fazer calar a voz do Espírito Santo, preocupado com os olhares de incrédulos, de ímpios, com as leis de silêncio do País, e julgando haver mal testemunho na igreja por fazer tal movimento.
Ora, pois, se naqueles dias as almas que estavam envolvidas pelo avivamento, como contam muitos, que passavam horas em oração. Reuniam-se diariamente, nos salões de reuniões as pessoas iniciavam a manhã e passavam reunidos quase que o dia todo e a obra era tão maravilhosa que foi se espalhando rapidamente. A presidência das reuniões, não pertencia a nenhum homem, pois nenhum se atrevia em entristecer o Espírito Santo, e mesmo assim, havia ali muita ordem, homens e mulheres guiados pelo Espírito Santo, havia testemunhos, pouca pregação, o louvor era espontâneo, nem mesmo usavam hinários, mas os hinos antigos que conheciam, eram cantados espontaneamente, alguns cantando cânticos espirituais.
Vejamos o relato seguinte de Frank Bartleman:
Uma dúzia de pessoas às vezes estavam de pé tremendo sob o poder de Deus. Não precisávamos que um líder nos indicasse o que fazer, mas também não havia desordem. Estávamos absorvidos em Deus nas reuniões, através da oração. Nossas mentes estavam voltadas exclusivamente para Ele, e todos Lhe obedeciam com mansidão e humildade. Em honra nós preferíamos uns aos outros (Romanos 12:10). O Senhor podia irromper através de qualquer um. Orávamos por isso continuamente. Alguém finalmente ficava de pé, ungido com a mensagem. Todos reconheciam isso e permitiam que acontecesse. Podia ser uma criança, um homem ou uma mulher. Podia ser do banco de trás ou do da frente. Não fazia diferença.
Regozijávamos na obra do Senhor. Ninguém queria aparecer. Só pensávamos em obedecer ao Senhor. Na verdade, havia uma tal atmosfera divina que só um tolo se colocaria de pé sem verdadeira unção. E mesmo assim , não duraria muito. As reuniões eram controladas pelo Espírito diretamente do trono da graça.
Logo a seguir também nos conta que mesmo diante do operar do Espírito Santo apareceram hipócritas, homens carnais:
Homens presunçosos às vezes apareciam no nosso meio. Especialmente pregadores que tentavam espalhar suas próprias idéias e se auto-promover. Seus esforços, porém, duravam pouco. Ficavam sem fôlego. Suas mentes vagavam seus cérebros pareciam girar. Tudo ficava escuro diante de seus olhos. Não podiam continuar.
Nunca vi alguém que tivesse tido sucesso naqueles dias; estavam lutando contra o próprio Deus. Ninguém precisava interrompê-los. Simplesmente orávamos e o Espírito Santo fazia o resto. Queríamos que o Espírito controlasse tudo. Ele os confundia logo. Eram carregados para fora mortos, espiritualmente falando.
Geralmente se humilhavam até o pó, passando pelo mesmo processo que passáramos.
Em outras palavras, eram esvaziados de si mesmos; depois se viam com todas suas fraquezas, e com humildade de criança confessavam tudo; Deus os pegava então e transformava-os poderosamente através do batismo no Espírito. "O velho homem morria" com todo seu orgulho, arrogância e boas obras.

SAGRADOS MANDAMENTOS!